Defesa do Evangelho busca a prática sincera dos verdadeiros ensinos do SENHOR JESUS CRISTO. “...Sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda” (Filipenses 1.17-18). Participe dessa Defesa! Deixe o seu comentário ao final do artigo ou escreva para o nosso email: adielteofilo@ig.com.br

quarta-feira, 16 de abril de 2014

ASSASSINATO DA PÁSCOA

Por Adiel Teófilo.

Qual é o verdadeiro significado da Páscoa? O que ovos de chocolate e coelhinhos têm a ver com a Páscoa Bíblica? Saiba que não se trata de mera ocasião para se empanturrar com guloseimas de chocolate, mas nos remete a um passado marcado pela trágica contradição entre morte e libertação, entre sacrifício e salvação.

Os filhos de Israel habitaram no Egito por quatrocentos e trinta anos (Êxodo 12.40), onde se multiplicaram grandemente. Os egípcios escravizaram os israelitas e os fizeram amargar a vida com dura servidão, em trabalhos forçados produzindo tijolos e nos serviços do campo (Êxodo 1.14).

Deus viu a aflição e ouviu o clamor do seu povo. Por isso, designou Moisés para livrá-los da servidão no Egito e conduzi-los a uma terra boa e ampla, que mana leite e mel (Êxodo 3.7-10). Moisés então manifestou a vontade de Deus a Faraó, que assim respondeu: “Quem é o SENHOR para que lhe ouça eu a voz, e deixe ir a Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir a Israel” (Êxodo 5.1.2).

Essa oposição custou muito caro a Faraó. Deus livrou a Cidade de Gósen onde estavam os filhos de Israel e lançou sobre o Egito as dez pragas: 1) as águas se tornaram em sangue; 2) a terra ficou infestada de rãs; 3) os homens e o gado ficaram cheios de piolhos; 4) enxames de moscas; 5) peste que matou os rebanhos; 6) úlceras nos homens e nos animais; 7) chuva de pedras que destruiu animais e plantações; 8) gafanhotos que consumiram a erva do campo e o fruto das árvores; 9) densas trevas por três dias; e, 10) a terrível morte dos primogênitos dos egípcios (Êxodo 7-11).

Na mesma noite em que ocorreu a morte dos primogênitos, o SENHOR instituiu a Páscoa, festa sagrada, que marca como estatuto perpétuo, por todas as gerações, a libertação dos filhos de Israel da servidão no Egito. O SENHOR ordenou que cada família tomasse um cordeiro sem defeito, macho de um ano, cujo sangue deveria ser passado nas ombreiras e verga das portas, como sinal, para livrar da morte os primogênitos dos israelitas. A carne era para ser comida assada no fogo, com pães sem fermento e ervas amargas. “Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis às pressas: é a páscoa do SENHOR” (Êxodo 12.11).    

E assim, à meia-noite, o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito, desde o filho de Faraó até os animais no campo. Houve grande clamor, pois não havia casa em que não houvesse morto. Diante disso, Faraó ordenou que os filhos de Israel deixassem a terra do Egito, levando consigo o rebanho, apressando-os para sair, porque temiam que todos os egípcios morressem (Êxodo 12.29-33). Esta é, pois, a Páscoa dos filhos de Israel, cuja libertação foi marcada pela trágica morte dos primogênitos dos egípcios.

O cordeiro que foi sacrificado na Páscoa é símbolo do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo: JESUS CRISTO (João 1.29). Ele é o Unigênito de DEUS, que foi morto na cruz do calvário, cujo sangue foi derramado para livrar a humanidade das consequências do pecado. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6.23). Portanto, aquele que crê em CRISTO e o confessa como SENHOR e SALVADOR, não sofrerá a condenação do pecado, “porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (I Coríntios 5.7).

Enfim, o real sentido da Páscoa é a libertação da escravidão do pecado, que tanto aflige a humanidade, bem mais que as aflições que os israelitas sofreram no Egito. E aquele que experimenta a libertação em CRISTO sabe o quanto vale o privilégio da liberdade, porque “se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8.36). Há, quanto aos ovos de chocolate e os coelhinhos, estes sim, como estratégias de consumo numa sociedade globalizada, estão assassinando o verdadeiro sentido da Páscoa!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

AS INTOLERÂNCIAS DO APÓSTOLO PAULO

Por Adiel Teófilo. 

A tolerância é fundamental na vida em sociedade, para a aceitação das diferentes opiniões e comportamentos individuais. Contudo, vivemos o tempo em que a tolerância é exaltada como virtude suprema, enquanto outros valores importantes são desprezados. A Igreja de Jesus Cristo está inserida nesse contexto e tem enfrentado muitas críticas, além de fortes pressões, para abrir mão de princípios Bíblicos inegociáveis. Tudo em nome da propalada tolerância social.

Diante dessa realidade, muitos cristãos têm adotado uma postura tímida e até hesitante em face das condutas claramente condenadas pela Palavra de Deus. Estão contribuindo dessa forma para calar a Verdade do Evangelho que liberta, ao passo que a mentira e o pecado que oprimem ganham mais vez e voz na sociedade. Basta analisar como determinados comportamentos negativos são tão enfatizados atualmente.

Ora, saber respeitar as liberdades individuais, não significa suprimir da Igreja, que é uma comunidade dentro da coletividade, o direito de pensar diferente e de expressar livremente a pregação do Evangelho de Jesus Cristo. Por isso, a convivência pacífica com as diferenças, seja de pensamento ou de comportamento, não pode jamais ser confundida com a omissão ou a conivência com as práticas pecaminosas. Seja dentro ou fora dos templos evangélicos.

E mais! A questão é de vida ou morte eterna! “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (I Coríntios 6.9-10).

Porquanto, a liberdade de manifestação do pensamento deve ser de igual medida para todos na sociedade! Se a usam para propalar o pecado, devemos então usá-la para combatê-lo! Não lutando contra as pessoas, mas contra o engano que lhes causa tantos males. Precisamos fazer isso da mesma forma que o Apóstolo Paulo fez, assim como está registrado em suas missivas.

A começar pelos de casa, adverte para observarmos bem aqueles que provocam divisões e escândalos, que se comportam em desacordo com as Escrituras. E acrescenta: “Afastai-vos deles, porque esses não servem a Cristo, nosso Senhor, e, sim, a seu próprio ventre” (Romanos 16.17-18). Apesar da clareza desse imperativo, há cristãos bajulando escandalizadores e flertando com suas práticas anti-Bíblicas.

Admoesta para não nos associarmos com os impuros. Não está se referindo à convivência com os de fora do arraial evangélico, porque neste caso teríamos que sair do mundo. “Mas agora vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem ainda comais” (I Coríntios 5.9-11).

E prosseguindo, afirma que Deus julgará os que são de fora. No entanto, quanto a nós e aos nossos líderes, indaga o Apóstolo: “não julgais vós os de dentro?”. Sua resposta não é nada tolerante: “Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor” (I Coríntios 5.12-13). Mas, o pior é quando o malfeitor deveria expulsar a si mesmo e ninguém o faz!

Recomenda também para não nos colocarmos em jugo desigual com os incrédulos. Porque não pode haver sociedade entre a justiça e a iniquidade, nem comunhão da luz com as trevas. Não há harmonia entre Cristo e o maligno, nem união do crente com o incrédulo. Enfim, não há ligação entre o santuário de Deus e os ídolos. “Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor, não toqueis em cousas impuras, e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (I Coríntios 6.14-18). No entanto, há cristãos que ainda insistem em estabelecer relacionamentos contrariando esses preceitos da Bíblia Sagrada. E ainda têm a petulância de invocar a benção do Senhor sobre uma união que já é maldita por sua própria natureza!

O Apóstolo dos gentios não fazia cerimônia, nem mesmo com os mais antigos. Quando viu que o Apóstolo Pedro não procedia corretamente segundo a verdade do Evangelho, porque temendo os da circuncisão se afastou para dissimular que comia com os gentios, Paulo o repreendeu na presença de todos (Gálatas 2.11-14). Aos crentes da Galácia, os chamou de "insensatos!" Isso, porque iniciaram a jornada cristã no poder do Espírito Santo, todavia estavam em declínio, aperfeiçoando mesmo nas obras da carne (Gálatas 3.1-3).    

Diante das obras infrutíferas das trevas, não ensinou tolerar o erro para manter as amizades. Asseverou que não devemos ser participantes nem companheiros dos que usam palavreado torpe, dos devassos, impuros ou avarentos. Não devemos ser cúmplices de suas más ações. “Antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha” (Efésios 5.3-12). E reprovar é rejeitar, censurar com severidade. Não é simplesmente discordar e permanecer calado.

Escrevendo aos cristãos da igreja em Filipos, advertiu: “Acautelai-vos dos cães!” (Filipenses 3.2). Não se trata dos quadrúpedes, tais como os que comeram a carne de Jezabel (II Reis 9.36), pois são conhecidos como melhor amigo do homem. O Apóstolo Paulo está dizendo para tomarmos cuidado com as pessoas de mau caráter, de índole má, aqueles que ficarão de fora da Cidade Santa, a nova Jerusalém Celestial (Apocalipse 22.15).

Advertiu ainda, naquele mesmo versículo: “Acautelai-vos dos maus obreiros”. E aqui não resta dúvida: tomem cuidado com os obreiros moralmente reprováveis, que não possuem as qualificações pastorais (I Timóteo 3 e Tito 1 e 2). “E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte” (Isaías 56.11).

No tocante aos Obreiros que governam bem, devem ser estimados com honra duplicada, principalmente quem trabalha na pregação e ensino das Escrituras. São dignos do salário e contra eles não se deve receber denúncia, senão com o depoimento de duas ou três testemunhas (I Timóteo 5.17-19). Entretanto, “aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor” (I Timóteo 5.20). Será justa essa sentença? A alta posição eclesiástica não asseguraria maior tolerância? Não é bem assim! “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão” (Lucas 12.48).

Por derradeiro, profetizou acerca dos tempos trabalhosos dos últimos dias, cujo tempo já chegou! “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (II Timóteo 3.1-5). E o que fazer com gente desse tipo? O Apóstolo Paulo arremata com a tolerância que lhe é peculiar: “Destes afasta-te” (v.5).

quarta-feira, 19 de março de 2014

CONFISSÕES DE UM PRESBÍTERO ESCANDALIZADO

Por Adiel Teófilo.

Parece pouco edificante contar aos outros as nossas decepções. No entanto, quando se trata de fatos ocorridos dentro de uma igreja evangélica, creio que é importante mostrar como está se cumprindo a face mais triste das profecias Bíblicas. A finalidade não é desanimar e nem entristecer quem serve a Deus, e sim alertar para que todos se preparem, visando enfrentar os tempos trabalhosos dos últimos dias, porque muitos terão a aparência de piedade, mas negarão a eficácia dela, por causa da conduta pessoal contrária aos preceitos da Bíblia Sagrada. Destes afasta-te” (II Timóteo 3.1-5).
 
Dito isso, confesso aos homens diante de Deus: estou profundamente escandalizado...

A minha grande decepção é com fatos ocorridos dentro da igreja que participei como membro e Presbítero durante mais de quinze anos. Ela faz parte de uma denominação centenária no Brasil, que mudou bastante desde a sua fundação por dois missionários suecos. Atuei nessa igreja como líder de adolescentes, presidente de mocidade, líder de casais, professor de escola dominical, membro de comissão jurídica, além de várias atividades voltadas para o ensino, pregação, evangelismo e visitação de membros.

Trabalhei muito para o Reino de Deus dentro dessa igreja e disso não me arrependo, porém há fatos difíceis de esquecer. Certa vez um pastor, que ainda faz parte da diretoria daquela igreja, tentou me subornar. Propôs que escolhesse qualquer das congregações sob sua liderança, dizendo que iria me nomear como dirigente. Prontamente recusei! Percebi logo que o real propósito era me fazer calar. Isso porque, orientado por Deus em sonho, descobri que ele estava desviando dinheiro da igreja, gastando com diversas despesas pessoais e familiares, e ainda  fazia declarações falsas no relatório financeiro.

É muito triste relembrar isso... Ainda mais porque trabalhei durante trinta e um anos no serviço público e nunca nenhum superior ou colega de trabalho tentou me subornar. Certamente por perceber a seriedade e a honestidade com que sempre desempenhei minhas atribuições, servindo a Deus e não aos homens (Colossenses 3.23).  

Relatei ao presidente da igreja o desvio financeiro que estava ocorrendo e apontei as provas. O conselho fiscal foi convocado e depois das apurações todas as irregularidades foram comprovadas. Tentei assim colocar a salvo o que é do Senhor, entretanto acabei ficando como mentiroso... Para decepção geral, o errado não foi disciplinado, pelo contrário, foi cada vez mais prestigiado pela liderança. Esse fato causou perplexidade e indignação a muitos, porque quando um pequeno cai é logo disciplinado e até excluído daquela igreja, mas quando um dos grandes fracassa recebe toda a proteção do rei.

E assim, para esconder os desvios de dinheiro que aquele pastor praticou, o presidente mentiu para os membros em pleno culto, dizendo que não tinha nada de errado com as finanças da igreja. Tentou ainda varrer toda a sujeira para debaixo do tapete, pedindo reservadamente que a conclusão do conselho fiscal fosse modificada no relatório das apurações. Essa mentira proferida no altar levou ao sacrifício a consciência de várias ovelhas do rebanho do Senhor, pois os membros que sabiam da verdade nunca se conformaram com essa injustiça e ainda sofrem com a dor da decepção.

Tudo isso me deixou perplexo... Fui ensinado desde a infância em lar evangélico a dizer sempre a verdade, qualquer que seja a circunstância, e acreditava que aqueles líderes seguiam esse mesmo princípio cristão. Todavia, fiquei mais surpreso ainda ao saber que aquele pastor, que desviou dinheiro da igreja, ensinava que se for necessário dizer uma pequena mentira para alcançar uma coisa boa, que não tinha nenhum problema. Meu Pai Eterno! Que cristianismo é esse? Será que furtar, mentir, enganar, não é mais pecado? “Não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;” (Levítico 19.11).

Noutra ocasião mais recente, acompanhando a iniciativa de outros membros, manifestei publicamente opinião contrária ao envolvimento da igreja com a política partidária. Isso porque, a principal finalidade desse apoio político, usando a igreja e sem consultar os membros, era favorecer os familiares do presidente com cargos no governo, conforme extensa lista publicada em Diário Oficial, além de privilegiar amigos mais próximos, como aquele pastor que praticou os desvios de dinheiro.

Questionei também a falta de transparência na administração financeira. A igreja estava sendo cobrada judicialmente por dívidas não pagas, com imóvel penhorado pela justiça,  entretanto, a diretoria tinha vendido metade de um imóvel da igreja por quatro milhões de reais, em área nobre de Brasília, para uma construtora que iria concluir a construção do templo no imóvel, porém o templo permanece inacabado e ninguém sabe o que foi feito com o crédito de quatro milhões de reais.  

Diante disso, esperava-se que a diretoria adotasse uma postura digna de cristão. Que falasse a verdade a todos os irmãos, conforme Efésios 4.25, seja comprovando que estão agindo honestamente e administrando com zelo, seja reconhecendo que cometeram erros e estão dispostos a corrigi-los. Mas, lamentavelmente, para vergonha dos evangélicos, nada disso aconteceu...

O que se presenciou, para desapontamento geral, foi o autoritarismo e a maneira antibíblica com que a diretoria daquela igreja usou a disciplina... Na tentativa de fazer calar todos que se manifestaram sobre os problemas que afetavam a igreja, a diretoria aplicou a exclusão de forma arbitrária contra membros e obreiros, inclusive contra mim, sem sequer me ouvir, contrariando dessa forma o preceito Bíblico de Mateus 18.15, desrespeitando o Estatuto da igreja e violando o direito fundamental da ampla defesa previsto no artigo 5º, inciso LV, da Constituição Federal de 1988.

Como se percebe, a disciplina não foi aplicada como meio de correção para a justiça, a fim de resgatar quem falhou, conforme Hebreus 12.6-11. Para tristeza de todos, a disciplina foi usada de forma abusiva, tal como o pai que espanca violentamente o próprio filho. Desse modo, a disciplina cristã foi completamente desvirtuada e empregada apenas como instrumento de retaliação e de represália, a fim de afastar da denominação aqueles que ousaram dizer a verdade diante do engano, ou que contrariam os interesses da cúpula, por mais escusos e obscuros que sejam.

Sei que problemas e corrupção ocorrem em vários lugares. Contudo, graças a Deus, em todos os locais onde trabalhei, por uma década no Exército Brasileiro e na Polícia Civil do Distrito Federal por mais de duas décadas, nunca presenciei ninguém ser punido por dizer a verdade ou porque pediu providências legais. As pessoas que foram acusadas de cometer alguma falta sempre foram ouvidas e puderam se defender usando todos os meios legítimos. Aqueles que de fato erraram, foram devidamente punidos. Os chefes com os quais trabalhei diretamente nunca prevaricaram, sempre adotaram providências para corrigir as irregularidades que tomaram conhecimento.  

Enfim, acreditava que entre líderes cristãos o caráter seria bem melhor, principalmente quando comparados com aqueles que não são evangélicos. Mas, porque será que a diretoria daquela igreja tem se comportado em alguns aspectos pior que os infiéis? Infelizmente, não vale a pena permanecer em uma denominação dirigida por gente assim... a minha decepção é maior que o templo que eles ocupam... 

Que Deus tenha misericórdia deles e faça abundar em meu coração o verdadeiro amor e o perdão sincero.